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CÁPSULAS DE PORCELANA DE LABORATÓRIO

Na IbdCiencia dispomos de uma vasta gama de cápsulas de porcelana de laboratório, indispensáveis para processos de evaporação, secagem e aquecimento de substâncias. Contamos com modelos de diferentes capacidades, com bico vertedor e fundo redondo ou plano, concebidos para resistir a altas temperaturas e ao choque térmico. Prestamos aconselhamento para que encontre o material cerâmico ideal para o seu ambiente educativo ou profissional. Saiba mais.

TIPOS E FORMATOS DE CÁPSULAS DE PORCELANA

As cápsulas de porcelana são recipientes cerâmicos fundamentais para submeter líquidos ou sólidos a altas temperaturas. Dependendo do procedimento a realizar e dos reagentes químicos utilizados, é vital conhecer o seu formato para um trabalho seguro.

FORMATO DA CÁPSULA CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS UTILIZAÇÃO PRINCIPAL
Fundo redondo com bico Base esférica que distribui o calor e bico vertedor. Evaporação e transvase seguro para copos de precipitação.
Fundo plano Base estável que permite apoiar a cápsula na bancada. Secagem de precipitados e cristalização estática.
Porcelana esmaltada Superfície coberta por esmalte (exceto a base externa). Proteção contra ácidos e prevenção de aderências.
Cápsulas de grande capacidade Maior diâmetro e volume, paredes muito espessas. Preparação de grandes volumes de amostras.
Fundo redondo com bico

Base esférica com bico vertedor. Utilização: Evaporação e transvase para copos de precipitação.

Fundo plano
p>Base estável que não requer suporte adicional. Utilização: Secagem e cristalização.

Porcelana esmaltada

Superfície coberta por esmalte. Utilização: Evita aderências de substâncias e reagentes químicos.

Alta capacidade

Paredes espessas e grande diâmetro. Utilização: Amostras grandes ou pré-industriais.

COMO ESCOLHER A CÁPSULA DE EVAPORAÇÃO ADEQUADA

Para maximizar a vida útil do seu material cerâmico e evitar acidentes, certifique-se de que tem em conta estes fatores antes de escolher as suas cápsulas.

  • Capacidade e diâmetro: Escolha o volume adequado. Quanto maior o diâmetro, mais rápida será a evaporação dos fluidos.
  • Resistência térmica: Verifique a temperatura máxima suportada. Complemente-a sempre com um bom bico de Bunsen para aplicar calor direto.
  • Compatibilidade química: A porcelana resiste a ácidos, mas tenha precaução com certos reagentes químicos alcalinos.
  • Manuseamento: Ao transvasar líquidos quentes para balões de laboratório ou tubos de ensaio, utilize sempre pinças metálicas de segurança.

Lembre-se: Nunca deve submeter as cápsulas de porcelana a mudanças bruscas de temperatura. Arrefeça-as gradualmente para evitar quebras por choque térmico.

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA AQUECIMENTO

Um procedimento de evaporação seguro requer um equipamento em conjunto. Descubra as nossas categorias relacionadas.

Calor Direto

Bicos e Queimadores

Aplique a temperatura necessária para evaporar o solvente de forma controlada utilizando os nossos bicos de Bunsen.

Vidraria Básica

Material Auxiliar

Prepare as suas soluções com copos de precipitação e filtre-as usando funis antes de proceder à evaporação.

Substâncias

Soluções Químicas

Encontre todos os compostos e reagentes químicos necessários para as suas práticas de cristalização.

PERGUNTAS FREQUENTES

A cápsula de porcelana é larga e de perfil baixo para facilitar a evaporação. O cadinho é mais estreito, profundo e costuma ter tampa, sendo usado para calcinar sólidos. Se precisa de aquecer líquidos em sistemas fechados, é preferível utilizar balões de laboratório de vidro.

Sim, a porcelana de laboratório suporta a chama de um bico de Bunsen. No entanto, para distribuir o calor e evitar o stress térmico na base, recomenda-se a utilização de uma rede sobre um tripé.

Devem ser lavadas com água e detergente de laboratório depois de arrefecerem. Se houver incrustações de reagentes químicos, podem ser deixadas de molho com solventes compatíveis antes da lavagem manual.


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